domingo, 26 de agosto de 2012

I Cruzada Interdenominacional Caruaru para Cristo

Irá acontecer no dia 01 de setembro de 2012 às 18 horas, na Visconde Inhauna em Caruaru - PE, contará com participação de Preletores e Cantores Evangélicos.
Realização: Conselho Regional de Pastores do Ageste de Pernambuco

I Cruzada Interdenominacional Abala Bezerros

Acontecerá no dia 08 de setembro de 2012, às 18 horas no Distrito de Encruzilhada de São João no Município de Bezerros - PE, com participação de Preletores e Cantores Evangélicos.
Realização: Conselho Regional de Pastores do Agreste de Pernambuco

III Vigília Interdenominacional Abala Bezerros

Venha Participar dia 06 de setembro 2012 às 23 horas no auditório do CEMAIC

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Inteligência em Mídia e Tecnologia



Alguns moradores da zona leste de São Paulo estão revoltados, pois está aumentando consideravelmente o uso de sons de carros super equipados em postos de gasolina ativos e inativos, ou mesmo nas ruas, qualquer lugar pode ser um novo point dos batidões!
Sons em alto volume, som automotivo de última geração, funk em postos de gasolina ou em ruas residenciais… O que parece divertido pode causar sérios problemas à população!
Geralmente essas práticas são feitas em bairros residenciais. Ruas que eram tranquilas e agora são palco de uma disputa entre sons de carros, principalmente aos fins de semana, e por esse motivo a população fica revoltada.  Mas a maior parte das pessoas não tem coragem de denunciar, tem medo de represálias por parte dos frequentadores. Uns denunciam anonimamente, mas dizem que as autoridades policiais não fazem nada, não existe nenhum tipo de fiscalização. O consumo de bebidas alcoólicas por menores de idade também é frequente, pois grande parte dos frequentadores é menor de idade.
Começam geralmente por volta das 20:00 hs e a diversão se estende muitas vezes pela noite toda, não permitindo com que os vizinhos tenham um sono tranquilo.
Os frequentadores dizem que é preconceito pelo funk, porém o problema não é o ritmo de música que é ouvida, mas sim todo o contexto, pois não se respeitam as necessidades dos moradores, pessoas que trabalham aos finais de semana e não podem ter uma noite de sono tranquila.
Mas o que realmente é preocupante é a exposição corporal, a sensualidade apelativa de menores de idade. Isso é um prato cheio para pedófilos, que ficam rodeando esses lugares para atrair adolescentes e crianças para cometerem um mal maior. Se as autoridades não estão preocupadas com as regras de silêncio durante a madrugada, que se preocupem pelo menos com os atrativos para os pedófilos que ocorre nesses locais, é inadmissível que essa situação seja ignorada!

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Votar é antes de tudo ...


Votar é antes de tudo depositar a nossa confiança em alguém. Com nossos parcos critérios, escolhemos e elevamos, à categoria de autoridade, um dos nossos iguais. O eleito torna-se um ser diferenciado, mas não por outro motivo que não seja servir antes e mais do que todos. Ser vereador, deputado, prefeito, governador ou presidente é ser basicamente um servidor público. É à causa, ou à coisa, pública que o eleito serve e não aos seus interesses. Serve ao povo e deve, num supremo esforço de disponibilidade, gastar-se pelo seu bem.
Naturalmente, pode haver muitos caminhos nobres para a solução de problemas por vezes complexos. Caberá aí a discussão honesta, sincera, desinteressada, levada por uma única paixão: a de encontrar o caminho mais eficiente e optar pela conduta mais eficaz. Descartam-se, então, as opções equivocadas, as que ferem a ética e, conseqüentemente, a justiça.
Quando se fere a ética? Fere-se a ética quando não se procura o bem, incondicionalmente. Portanto, fere-se a ética quando se favorecem grupos, quando se discriminam as pessoas por idade, raça, cor, religião, padrão econômico, opção política, quando,enfim, não se considera o bem que cada ser humano é, em si mesmo, desde a fase embrionária até a senil, tendo em conta as possíveis deficiências em relação a um padrão tido como normal.
Vivemos hoje uma crise de confiabilidade. A nação sente-se traída. Num país com milhões de miseráveis famintos, ver circularem bilhões desonestamente é um soco no estômago. Daí a indigestão convulsiva toda vez que algum leve cheiro de pizza perpassava a Câmara. E agora, no horário de propaganda política, as interpretações que visam a culpar... as estruturas!
Acreditem: a minha intenção não era falar de política, mas ao pensar em confiança, desandei para a confiança nas instituições. No fundo, vivemos na política a mesma crise de confiabilidade que permeia a sociedade como um todo. Vivemos no reinado da mentira, senão das meias verdades, o que dá na mesma.
O fato é que desde cedo, desde a mais tenra infância, percebemos a nossa engenhosa capacidade de enganar a poucos e mesmo a muitos; reconhecemos a humana, e ao mesmo tempo desumanizante, possibilidade de mascarar-se, ter mesmo várias caras, levar uma vida dúbia, falsa, incoerente (ou várias vidas dúbias, falsas, incoerentes). Podemos ser de um jeito e aparentar ser de outro jeito. E percebemos que podemos justamente enganar aqueles que mais depositam em nós a sua confiança. Percebemos que podemos, mas percebemos também que não devemos.
Há algo no fundo do homem que clama pela verdade, e de modo tão eloqüente que se poderia dizer que quanto mais afastado da verdade, menos o homem se reconhece homem. Poderá assumir imagens, constituir-se em invólucro, em vários invólucros, para múltiplas interpretações, uma caixinha vendável, reciclável até, cujo conteúdo varia conforme as conveniências. Sem identidade. Sem autenticidade.
A saúde moral de uma pessoa não é mais que o esforço por ser coerente, por ser veraz, por ser sincero. Faz que nos perguntemos se dissemos o que devíamos ter dito, se agimos como devíamos ter agido, se enganamos um amigo, alguém que tenha depositado em nós a sua confiança, se atraiçoamos uma instituição, um povo, se mascaramos, se disfarçamos, enfim, se mentimos.
Pode não ser fácil encarar-se com as próprias fraquezas. Mas fraqueza é compreensível. Vileza, não. E entre as duas, medeia a sinceridade. Ser sincero é ser “sem cera”, autêntico. A sinceridade faz o fraco forte. A mentira, o disfarce, o mascaramento fazem da fraqueza corrupção. E corrupção, já o nome o diz, corrói a vida moral, desagrega, destrói.
Da família particular até a nação, que é a grande família, o Brasil vive momentos difíceis. Mentir tornou-se um hábito tão corrente que as pessoas parece não fazerem caso disso, ou pouco se importam de serem pegas mentindo. Já não coram! E, como é próprio da mentira, ela puxa outra mentira para sustentar a anterior, de modo que se cria uma verdadeira rede de falsidades que vai varrendo a esperança dos que percebem essas mazelas.
Dizer a verdade já passou a ser perigoso, arriscado (já há quem tenha, em nossos dias, perdido o emprego, por falar o que pensa!). Porque dizer a verdade merece castigo, merece que o culpado por fazê-lo seja destituído de poder fazê-lo. Quando grassa a mentira, não nos enganemos, a verdade é perseguida, é depreciada, é combatida como um perigo crescente, por mecanismos cada vez mais violentos, que visam a preservar o poder da mentira, ou mesmo, a mentira no poder. E vai para o buraco o princípio elementar da garantia das liberdades individuais, que passa a ser ameaça... a quem? A quem mente para manter a mentira no poder.
A população brasileira tem uma única saída, um único critério seguro para escolher candidato e para escolher os seus amigos íntimos: banir os mentirosos, sejam velhos, sejam novatos. Porque quem mente a enredará, cada vez mais, mentindo sempre e irreparavelmente, sufocando, inclusive, a possibilidade de que se diga a verdade. Não devemos, no entanto, perder a esperança, mesmo quando a confusão já começa a ser tão séria. Porque, se é verdade que a mentira enreda, não é mentira que a verdade sempre liberta.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

O Papel da Família na vida das crianças

                A família exerce um papel de suma importância na construção dos saberes que serão incorporados pela criança. Quando ausente, contribui para o fracasso escolar; mas se participa efetivamente da educação dos filhos, motivando, elogiando seu crescimento, cria-se um clima positivo e gostoso, então a criança se desenvolve com segurança e autonomia.

                Nos dias atuais, a família nem sempre exerce seu papel de educar e estar presente. Segundo Max Stiner, pseudônimo do pensador alemão Kaspar Schmett, escritor de O falso príncipe, no livro O falso principio da nossa  educação, Stiner condena o homem  prático que faz  da Ciência uma idéia fixa, que se torna seu escravo, que não sabe aproveitar  a vida e que está sempre atormentado por preocupações ,que acabam por sufocar sua personalidade.

                Desta forma, muitos pais e mães estão atormentados por preocupações diversas, que a vida lhes impõe; então começam a pensar em educação por outros ângulos, transferindo à escola a função de educar.

                O ambiente escolar tem, sem dúvida,  a função de educar, mas a família precisa estar presente, acompanhando o processo de aprendizagem e provocando impactos para melhor desempenho de seus filhos.

                É necessário que a família conheça a escola de seus filhos, a proposta pedagógica, as regras de convivência. É essencial que esteja presente, que perceba os avanços ou as dificuldades da criança, que  incentive e estimule o bom rendimento e o comportamento escolar.

                A tarefa de estar presente como incentivadores é contínua, participando efetivamente desse processo, de modo que todos voltem seus olhos para a criança. Sem dúvida alguma, produz efeitos essenciais para a construção de uma aprendizagem significativa, capaz de transformar o espaço em que vive.

                O filosofo  inglês William Godwin cita: “o verdadeiro sentido da educação, como em qualquer outro processo moral, é produzir felicidade.” Só se produz felicidade quando se sonha junto, quando se traçam metas, quando se conquista o saber com segurança, autonomia e amor.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Conselho Regional de Pastores do Agreste de Pernambuco



Fala do Pr Luiz Pastor Presidente da Igreja de Cristo pentecostal do Brasil em Caruaru PE a mesa Diretora do Conselho Regional de Pastores do Agreste de Pernambuco bem como a autoridades do Poder Executivo Municipal de Caruaru PE.